Vida ordinária

Na verdade eu não nascí para uma vida ordinária. Acordar, trabalhar, cuidar dos filhos, pedir uma pizza e ir dormir.
Gosto de cuidar, acalentar, mas se sinto que isso começa a pesar sobre mim, é como se tivessem colocado grilhões nos meus calcanhares. E a necessidade, vontade de romper com tudo é imensa.
Minha mãe me chamava de egoísta. Eu acho que não sou, mas deve ser essa fase de romper os grilhões que ela se referia.
De qualquer forma, a vida é breve e fico sentindo que estou desperdiçando meu tempo de novo.

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