A dor que me visita sempre

Hoje escrevo com dor, muita dor. Fiquei menstruada ontem de manhã, e quando vi o sangue na calcinha me deu medo.
O medo é da dor. Trabalhei ontem até 1:30 am tendo que entrar em uma trilha no mato de meia em meia hora pra checar as redes. A dor começava, mas não estava insuportável. Tomando ibuprofeno que restou da última menstruação e última dor aguda insuportável, conseguí trabalhar com relativo conforto. Dormí muito cansada, acabada e com um pouco de dor. Hoje quando acordo não conseguia mais respirar cadenciadamente de dor. Os espasmos vinham em ondas fazendo o fluxo de sangue aumentar e tive que ficar sentada na beira da cama por muito tempo, com a idéia de que se eu ficar quietinha sem me mexer a dor vai passar.
Essa dor é assim, insuportável. A minha vontade é correr para um hospital e pedir uma morfina qualquer pra parar isso. O que piora a situação é estar fora de casa, longe da minha cama e não poder ficar encolhida em posição fetal, chapada de remédio e com os pés muito aquecidos.
Minhas últimas menstruações estão coincidindo com situações em que não estou em casa e isso é péssimo…
A última estava caminhando com meu primo em cima do muro de Lucca, e chegou uma hora que eu não conseguia nem mais falar de dor, e pedí pra voltar alegando dor de cabeça. Na verdade eram minhas tripas se revirando em espasmos para o sangue do meu útero reverso sair do meu corpo.
A dor ta voltando de novo, chega de escrever.

Sabe aquela reunião chata? Tarde de chá na casa da sogra vaca? Ter que assistir a aula de um imbecil? Todos lugares que o tédio te domina tem uma solução:

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Uhi! Em NY comprei um que encaixava no dedo… Nessa lojinha:

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Sabe quando a gente não vai com a cara de alguém, daí vc inicia uma luta íntima , moral , para compreender porque vc se sente assim.
Daí começa a enumerar algumas coisas mentalmente que a pessoa fez e que não caíram bem, como uma comidinha indigesta.
Me sinto assim agora. Engolindo pequeninos pedaços de fotos PB de atitudes que não soaram bem, e que são digeridas na minha mente e criam um produto que tem transcrições que dizem assim: “ não confio em vc nem fudendo”.
Lembrei da minha avó. Ela é má, maligna, uma pessoa ruím e fútil que acredita ser boa. A cuidadora dela diz que tem medo dela, porque ela te olha com a cabeça abaixada sabe? Aquele olhar escondido?
Com esse ser esquisito é assim… Não gosto dela, não adianta. E acho que eu tenho razão sim. Não é ciúme nada disso, ela é cobra.

A minha cabeça anda pesada. Muito, muito trabalho, e tendo que administrar contas para pagar, carência e ciúme agudo de namorado, ser uma anfitriã maravilhosa para uma pessoa MARAVILHOSA.
Mas , a real aqui é a seguinte. Existe companheirismo entre homem e mulher dentro de um relacionamento? Eu achava que sim, agora não sei mais… me sentí sabotada no momento que eu mais necessitava.

Homens são meninos.

É uma rebentaçãozinha, nada demais.

Que deprê

Ando pensando pra caramba em velhice, porque estou precisando de manutenção. Gengiva retraída, inchaços malucos, peso que não cede, varizes e vasinhos, dor no ciático e não poder caminhar direito…Tá feia a coisa… Aproveitando o assunto,vc aí no Japão, feliz aniversário!!!!!