A dor que me visita sempre

Hoje escrevo com dor, muita dor. Fiquei menstruada ontem de manhã, e quando vi o sangue na calcinha me deu medo.
O medo é da dor. Trabalhei ontem até 1:30 am tendo que entrar em uma trilha no mato de meia em meia hora pra checar as redes. A dor começava, mas não estava insuportável. Tomando ibuprofeno que restou da última menstruação e última dor aguda insuportável, conseguí trabalhar com relativo conforto. Dormí muito cansada, acabada e com um pouco de dor. Hoje quando acordo não conseguia mais respirar cadenciadamente de dor. Os espasmos vinham em ondas fazendo o fluxo de sangue aumentar e tive que ficar sentada na beira da cama por muito tempo, com a idéia de que se eu ficar quietinha sem me mexer a dor vai passar.
Essa dor é assim, insuportável. A minha vontade é correr para um hospital e pedir uma morfina qualquer pra parar isso. O que piora a situação é estar fora de casa, longe da minha cama e não poder ficar encolhida em posição fetal, chapada de remédio e com os pés muito aquecidos.
Minhas últimas menstruações estão coincidindo com situações em que não estou em casa e isso é péssimo…
A última estava caminhando com meu primo em cima do muro de Lucca, e chegou uma hora que eu não conseguia nem mais falar de dor, e pedí pra voltar alegando dor de cabeça. Na verdade eram minhas tripas se revirando em espasmos para o sangue do meu útero reverso sair do meu corpo.
A dor ta voltando de novo, chega de escrever.

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